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CARLA NASCIMENTO
Cel:(13) 991670450
carla_noliveira@hotmail.com

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Qual o melhor tratamento para varizes?

DIVULGAÇÃO

Quais os tipos de tratamento para varizes? Quando começar a tratar?

Como toda doença crônica, quanto antes se  iniciar o tratamento melhor. Há o tratamento clínico que consiste no uso de medicações e/ou o uso de meias elásticas. O cirúrgico é o mais eficiente deles, pois é o único que elimina as veias doentes. Pode ser feito em hospital, com bloqueio anestésico, como por exemplo a raquianestesia, ou com anestesia local em consultório, dependendo da quantidade ou qualidade de veias a ser retirada. Há também a cirurgia a laser, método que está alterando completamente o pós-operatório nesse tipo de cirurgia. E, finalmente, a escleroterapia com espuma, que necessita de indicação criteriosa, principalmente quanto ao resultado estético, haja visto a grande possibilidade do aparecimento de manchas. Sempre converse com seu médico para saber a conduta mais apropriada para seu caso.

Quando o Laser é indicado para o tratamento das varizes e como é feito esse tratamento? 

O Laser é indicado principalmente nos casos com comprometimento de safena, além dos casos com veias retilíneas e perfurantes insuficientes. 
Nesse tipo de tratamento é utilizada uma fibra de Laser dentro da veia doente emitindo raios que reduzem seu calibre. O tempo de recuperação no pós operatório normalmente é muito menor que o da cirurgia convencional. A quantidade de hematomas residuais (e a possibilidade de manchas de pele provenientes deles) é menor, o número de incisões de pele também é menor, diminuindo a chance de cicatrizes e quelóides,  não sendo necessária também a dissecção da croça da veia safena (aquele corte na região da virilha), o que contribui para a diminuição do tempo de cirurgia e resultado estético. Além disso, as lesões nervosas e linfáticas que podem ocorrer com a retirada da veia safena e que causam edemas e formigamentos por tempo indeterminado, também tem redução drástica com o tratamento a laser
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A cirurgia de varizes é perigosa? E a anestesia? 

Todo procedimento cirúrgico envolve riscos. No entanto, a cirurgia de varizes em membros inferiores é uma cirurgia de superfície, feita no momento em que o paciente está em boas condições de saúde (não se opera na urgência). Consequentemente, o risco operatório é reduzido. Além disso, as complicações causadas por varizes não tratadas superam e muito qualquer risco operatório. Da mesma forma, as anestesias utilizadas para operar varizes em hospital são indicadas pelo médico anestesiologista de maneira individualizada, através de consulta pré-anestésica. 

Quando a paciente se submete a cirurgia tem de fazer repouso absoluto? E o sol?

Não. O repouso é relativo. Não é necessário ficar acamado todo o tempo e nem é aconselhável. Para cada 2 horas deitado, o paciente deve realizar curtos períodos de deambulação, ou seja, pode ir ao banheiro sozinho e fazer as refeições normalmente, permanecendo assim o tempo necessário, dependendo do porte da cirurgia. Atualmente, o uso pós operatório imediato de meias compressivas, que são colocadas logo após o término da cirurgia pelo próprio cirurgião, proporciona uma recuperação e conforto ainda maiores. O banho de sol está liberado após desaparecerem as manchas, o que varia de um paciente para outro. Nos casos de cirurgia com retirada de safenas, o tempo de restrição ao sol poderá ser maior, devido ao hematoma pós-cirúrgico. Esse tempo é extremamente reduzido na cirurgia a laser e, caso o paciente tenha apenas comprometimento de safenas , sem muitas veias colaterais, a exposição ao sol poderá ser imediata nesse tipo de cirurgia.

Com quanto tempo pode-se voltar a trabalhar? E a prática de atividade física? 

Depende do tipo de cirurgia realizada. Com anestesia local, em veias menores, muitas vezes pode-se voltar a trabalhar normalmente no dia seguinte ou até mesmo no mesmo dia. Em alguns casos, 1 a 3 dias. Nas cirurgias mais extensas, ou com veias mais calibrosas, realizadas sob bloqueio anestésico, o tempo de afastamento necessário para a recuperação varia ainda mais e o repouso domiciliar é, em média, de 15 dias, a contar do dia da cirurgia, sendo que para algumas profissões se necessite de um tempo maior para se recuperar a aptidão para suas funções, principalmente nos casos com retirada da safena e grande número de colaterais calibrosas . Dentro de um mês, normalmente, pode-se voltar a praticar a atividade física. Porém o tempo exato vai depender da avaliação do cirurgião que realizou a cirurgia. Nos casos de cirurgia a laser, esse tempo de retorno é extremamente reduzido, podendo muitas vezes ser imediato, como já exposto acima.

As veias que foram retiradas vão fazer falta? 

Não. Elas já não mais cumpriam sua função. Além disso, o sistema venoso superficial de membros inferiores é como uma "rede", ou seja, as veias têm comunicação entre si; quando se retira uma veia do sistema, o sangue passa a circular por outra veia que estava em comunicação com a retirada. 

E as veias safenas? Aonde ficam?

Nós possuímos 2 safenas em cada perna, a Safena Magna (ou interna) e a Safena Parva (ou externa). A Safena Magna é uma veia que vai desde a parte interna do tornozelo até a virilha, correndo pela parte de dentro da perna e coxa. A Safena Parva vai desde a parte lateral do tornozelo, até o joelho, correndo pela parte posterior da perna. A veia safena ficou famosa pela chamada operação de "ponte de safena", que é uma cirurgia do coração e nada tem a ver com as varizes, porque elas podem ser retiradas das pernas e utilizadas para revascularizar o coração.

O Laser da cirurgia de varizes é o mesmo utilizado nos vasinhos? 

Não. O comprimento de onda varia conforme a utilização do método. E ao contrário do laser para cirurgia, o laser transdérmico (utilizado para vasinhos) ainda tem uma ação limitada, além de alto custo e dor na sua utilização. E também, na grande maioria da vezes tem que se complementar o tratamento a laser com escleroterapia convencional (a famosa “secagem de vasinhos”), quando muitas vezes se fica na dúvida se o efeito foi do laser transdérmico ou da escleroterapia convencional. Portanto, o custo-benefício do laser transdérmico na maioria das vezes ainda não é compensador. A  escleroterapia ainda continua sendo o tratamento padrão ouro para o tratamento de telangiectasias.

Pode ocorrer o aparecimento de outras varizes e, com o passar do tempo, ser necessário outra cirurgia? 

Sim. Quando se operam as varizes, o cirurgião vai retirar apenas as veias varicosas. Nas veias normais, não se mexe. Essas veias, com o passar do tempo, podem se tornar varicosas, pois a tendência de desenvolver varizes está na paciente. Ocorre varizes em quem tem tendência genética a tê-las, situação agravada por alguns hábitos de vida cotidiana e profissional do paciente. 

E se umas veias “aparecem” na perna, elas são varizes?

Não necessariamente. Varizes são veias dilatadas e tortuosas que perdem sua função. Muitas vezes se tratam de veias visíveis, isto é, que pode ser vista devido ao tipo de pele do paciente, ocorrendo muito com pessoas de pele muito clara.

E se eu quiser retirar essas veias que me incomodam esteticamente?
As mesmas poderão ser retiradas sem problemas, que não irão “fazer falta”, como já dito acima. Dependendo do número de veias, podem ser retiradas em consultório ou ambulatório, com anestesia local, ou através de cirurgia convencional no caso de grande número de veias, com internação pela manhã e alta hospitalar no mesmo dia.

É possível tratar as varizes durante a gravidez ? 

Recomenda-se que qualquer tratamento, especialmente o cirúrgico, seja realizado no mínimo três meses depois do parto. Lembrando-se, porém, que o tratamento clínico nessa situação é essencial, pois a compressão venosa pelo aumento do volume uterino e a alteração hormonal que ocorre em gestantes faz com que as veias tornem-se mais calibrosas nessa época. Portanto, toda gestante com doença varicosa deve realizar acompanhamento clínico nessa fase importante de sua vida.

É possível se ter certeza e garantir que após uma cirurgia de Varizes não terei mais inchaço nas pernas ou que não ficarei com manchas?

Não. Aliás, em NENHUM procedimento cirúrgico pode-se ter esse tipo de promessa, pois a recuperação pós-cirúrgica depende de cada organismo. O cirurgião tenta, ao máximo, minimizar complicações, mas existem pessoas que mesmo orientados, no pós-operatório tomam sol ou realizam atividades com sobrecarga de peso, assim como existem pacientes com cicatrização difícil, com tendência genética e racial a quelóides, por exemplo, que são fatores que não dependem do cirurgião. Soma-se a isso, o fato de que veias mais calibrosas não possam ser retiradas com micro-incisões, necessitando de cortes maiores e, consequentemente, cicatrizes maiores.

O que fazer para tentar minimizar o risco de complicações pós-cirúrgicas?

Sempre procure um médico de confiança, confira suas qualificações técnicas, se possui habilitação e experiência nesse tipo de cirurgia e converse com pacientes que já tenham sido operados. É muito importante que se tenha confiança no seu médico, pois em qualquer tratamento, a relação médico-paciente é primordial. Além disso, siga suas orientações pós-operatórias. Com esses cuidados, os riscos são extremamente minimizados.

Fonte:
Dr. Edgard de Barros Lima- CRM 79407
Título de Especialista em Cirurgia Vascular pela SBACV/AMB
Av. Conselheiro Nébias, 730 , cj 44
Telefone: 32344999